quinta-feira, 3 de maio de 2012

Acessibilidade e Cultura.

Imagem Google
Muito se fala na questão da acessibilidade na cultura, vamos esclarecer uma coisa então: cultura para todos é possível através da democratização. Políticas públicas pensadas para viabilização da cultura, participação popular, criação de equipamentos e eventos culturais que atendam, cada vez mais, um número maior de pessoas, não esquecendo o principal: o educar para cultura, para o lazer cultural e para a fruição, caso contrário todo o resto não terá uso ou aplicação.

A acessibilidade seja na arquitetura das cidades, no meio ambiente, nos segmentos de produtos e serviços, no turismo, etc., “está relacionada em fornecer condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, e é regulada pelo Decreto nº 5.296 (DECRETO nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004)”.

Já tem algum tempo que o setor cultural tem recebido atenção de gestores, produtores, educadores, legisladores, instituições e pessoas com alguma deficiência ou mobilidade reduzida, que de maneira isolada ou em ações conjuntas trabalham para viabilizar o acesso do setor, prova disso é que hoje podemos encontrar filmes, espetáculos teatrais, programas de tv, exposições de arte, museus, salas de cinema, teatros, sites e blogs acessíveis. Para atender a demanda, além de equipar os locais de lazer e cultura de maneira a receber adequadamente esse público, fazer uso de técnicas como LIBRAS e Audiodescrição faz toda a diferença e, para tanto, a instrumentalização dos profissionais do setor é fundamental.

Paycheck (O Pagamento) - Direção: John Woo - Vídeo de audiodescrição produzida pelo TRAMAD  
Audiodescrição: Iris Fortunato e Paula Dutra - Revisão AD: Eliana Franco

Se você ator/atriz, artista plástico, produtor, profissional do setor cultural quer se destacar no mercado, minha dica é: procure saber mais sobre o assunto através de artigos, palestras, cursos, leis, locais e, sobretudo, entender o quão gratificante pode ser o trabalho de inclusão através das artes.

Para saber mais visite:
 
 
Tramad / Bengala Legal / Fundação Dorina Nowill (S.Paulo/SP) / LEAD (Fortaleza/CE) / Ver com Palavras / Acessibilidade Cultural / Midiace (B.Horizonte/MG) / Mil Palavras (Porto Alegre/RS).
 
 
 
(por Meg Mamede)
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