sexta-feira, 10 de agosto de 2012

II Seminário Aberje de Gestão Cultural.



Seminário aborda a gestão cultural como estratégia de relacionamento

II Seminário Aberje de Gestão Cultural aborda o investimento e o legado criados pelas empresas e para as empresas na gestão cultural,
no dia 31 de agosto, em São Paulo. Evento é parte da plataforma da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial
no incentivo ao investimento corporativo em cultura.

Para abordar a gestão cultural e as possibilidades estratégicas para as empresas na Economia Criativa, a Aberje realiza em 31 de agosto o II Seminário Aberje de Gestão Cultural, em São Paulo. O evento dá continuidade à série de debates sobre a gestão cultural, iniciado pela entidade com o Comitê Aberje de Gestão Cultural, composto por 20 das principais empresas que investem em cultura no país e em 2012 abordará “Investimento e Legado: a gestão cultural na Economia Criativa”.

Organizado em quatro painéis, o Seminário parte da contextualização da Economia Criativa na América Latina, ampliada em um painel sobre as perspectivas globais de desenvolvimento econômico, social e cultural nesse ambiente. Nesta primeira metade do evento, o Diretor Regional do SESC-SP, Danilo Miranda, a Diretora de Projetos e Captação de Inhotim, Renata Salles, o Diretor de Artes do British Council Brasil, Luiz Coradazzi e os mediadores Paulo Nassar, Diretor-geral da Aberje e Professor Doutor da ECA-USP, e Bruno Assami, Superintendente do MASP, serão alguns dos palestrantes.

No período da tarde, as organizações receberão ainda mais subsídios para o planejamento de suas ações na área, debatendo precisamente o incentivo, a gestão, o resultado e os desafios para o investimento em cultura, além de conhecerem os grandes exemplos da comunicação da cultura no Brasil. O Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, o Diretor superintendente do Itaú Cultural, Eduardo Saron, a Gestora da Casa Fiat de Cultura, Ana Vilela, o Gerente do CCBB-SP, Marcos Mantoan e o Gerente Geral da CPFL Cultura, Mário Mazzilli estarão presentes nos dois painéis que concluirão a segunda edição do Seminário.

A gestão cultural tem ganhado crescente destaque nas estratégias de relacionamentos das empresas nos últimos anos, com o aprimoramento da consciência sobre a transcendência dos negócios em suas dimensões sociais. O relacionamento com os diversos públicos e a atuação em múltiplos ambientes - do específico ao global - são essenciais para a obtenção da legitimação das empresas e até mesmo da sua licença de operação em quaisquer que sejam suas áreas de atuação. Na busca da relevância e do significado de marca, a construção de relações profundas com os públicos, sensibilizando-os, é uma das principais vantagens competitivas no mercado globalizado e dinâmico, onde atributos objetivos e subjetivos são contestados e comparados em tempo real.

Em paralelo, os macroambientes nos quais as empresas estão inseridas têm sido reformulados e se reconstruído em novos tipos de relações e de trocas. As trocas passam a ser regidas por atributos além do racional e a criatividade emergente abre espaço para novos tipos de relação, trocas e geração de valor, estimulando um crescimento contínuo e o desenvolvimento social, econômico e, claro, cultural.

Assim, o investimento corporativo em cultura tem se mostrado capaz de envolver a sociedade nos projetos de marca, incorporar valores e atributos positivos, estimular a percepção favorável das empresas e, principalmente, alavancar e solidificar suas relações, bem como o compromisso com o desenvolvimento sociocultural de um País. Com recursos próprios e incentivos, as empresas se direcionam ao investimento cultural com cada vez mais maturidade, assimilando os múltiplos aspectos dos projetos às suas estratégias de gestão para trabalhar de forma sinérgica questões como relacionamento, mobilização e engajamento, responsabilidade social, visibilidade, fortalecimento de marca e reputação.

Da comunicação interna às relações com a comunidade, a cultura ganha destaque nos modelos mentais das empresas, dialogando com os conhecimentos existentes e gerando novos saberes. E, além de agregar valor aos produtos e serviços e aumentar a competitividade das marcas, no contexto da Economia Criativa, o investimento corporativo em cultura age alicerçando as estruturas sociais e culturais de uma sociedade, fomentando a produção artística, criando empregos, estimulando um ecossistema de inovação e impulsionando novas visões e transformações nos ambientes. (leia na integra)

(Fonte: Aberje)
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