domingo, 11 de agosto de 2013

Museu do Ipiranga é fechado às pressas e só deve reabrir em 2022.

O jornalista e historiador Laurentino Gomes, autor de 1808 e1822, escreve sobre o péssimo estado de conservação da instituição, que guarda um acervo estimável da história do país. (Revista VEJA SP online).

A fachada do local interditado no domingo (4): frequentadores foram pegos de surpresa pela notícia
 
(Foto: Mario Rodrigues)

O mais antigo e querido museu de São Paulo, o do Ipiranga, está fechado ao público desde o último fim de semana, sem previsão de reabertura. O fechamento, anunciado de forma abrupta no domingo (4) pela direção do Museu Paulista, braço da Universidade de São Paulo (USP) responsável pela administração do local, pegou os paulistanos de surpresa. Esta será a primeira vez em um século que o prédio não ficará aberto durante a Semana da Pátria, que marca as celebrações da Independência do Brasil. Em média, cerca de 3.000 pessoas visitam o lugar todos os dias. No feriado de 7 de Setembro o número mais que triplica. Entre os frequentadores assíduos estão professores e estudantes das escolas da capital e cidades vizinhas.
A desculpa oficial para o fechamento é que o museu precisa de reformas urgentes. O edifício, que acaba de comemorar 120 anos de inauguração, está caindo aos pedaços. No salão nobre, cuja parede principal ostenta o quadro Independência ou Morte, do paraibano Pedro Américo, o teto descolou-se e ameaçava cair sobre os visitantes. O forro de salas vizinhas está prestes a desabar por causa da infiltração de água da chuva. A pintura de vários ambientes se encontra rachada e apresenta mofo. As portas, com fechaduras antigas, emperram. Manchas de sujeira cobrem tanto um busto do marechal Floriano Peixoto, o segundo presidente da República, no subsolo, como um espelho que pertenceu à marquesa de Santos, amante do imperador Pedro I, em uma sala da torre leste do 1º andar. Uma carruagem do século XIX, no térreo, está com a forração rasgada em vários pontos. Na fachada do edifício, trechos sem reboco deixam os tijolos à mostra. Na parte dos fundos, onde bate menos sol, a tinta descascou e as paredes foram tomadas pelo musgo. O estado de abandono é uma ameaça não só à segurança dos visitantes mas também ao precioso acervo, composto de 150 000 peças, uma biblioteca com mais de 100 000 volumes e um centro de documentação com 40 000 papéis e manuscritos.
Saiba mais em VEJA SP.

sábado, 3 de agosto de 2013

Guti Fraga é novo presidente da Funarte.

O ator e diretor de teatro Guti Fraga é o novo presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Ele foi convidado pela ministra Marta Suplicy para ocupar o lugar de Antonio Grassi, na última quinta-feira (25/7).

Nascido no Mato Grosso, Gotschalk da Silva Fraga mudou-se para a favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, em 1977, onde nove anos depois fundou o Grupo Nós do Morro, que ajudou a formar e dar visibilidade a centenas de jovens atores e artistas em projetos ligados ao teatro, ao cinema e à música.
Guti tornou-se referência nacional na articulação entre arte, educação e inclusão social. Aos 61 anos, ele acredita que foi o reconhecimento do aspecto multidisciplinar de seu projeto que o levou a receber o convite da ministra. “Creio que a ministra observou essa conexão entre o Nós do Morro e as mais diferentes vertentes artísticas. O projeto sempre teve a missão de apoiar e fomentar as artes. Agora, o desafio é entender como funciona a Funarte e ampliar suas possibilidades de ação”, disse em entrevista ao jornal O Globo.
A posse deve acontecer em 15 dias. Há duas semanas, desde a saída de Grassi – que assumiu uma diretoria no Instituto Inhotim, o centro de arte contemporânea instalado em Brumadinho (MG) -, a presidência da Funarte está sendo conduzida interinamente pela diretora executiva Myriam Lewin.
Entre os objetivos do novo presidente está integrar as criações artísticas desenvolvidas nas diferentes regiões do país. Ao Globo ele disse que “é preciso focar nessa inter-relação entre estados e regiões”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, Marta Suplicy disse ao jornal Folha de S. Paulo estar entusiasmada. Segundo ela, Guti Fraga tem um perfil ousado e criativo e tem contato com as ruas.
Fraga estudou medicina e agronomia quando morou em Buenos Aires, no final da década de 1970, mas não terminou os cursos. Ele se formou em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1980. Paralelamente, fez um curso técnico de interpretação na Escola Martins Pena. Dirigiu cerca de 30 espetáculos de teatro e participou do elenco de mais de vinte longas-metragens.
*Com informações da Folha Online, Estadão.com, Uai e O Globo


(Fonte: Cultura e Mercado)

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Museu Casa de Portinari promove 38ª Semana de Portinari.


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Museu Casa de Portinari promove 38ª Semana de Portinari
Vem aí a Semana de Portinari. Em agosto, de 15 a 22, o Museu Casa de Portinari, em parceria com a Prefeitura de Brodowski, promove, a 38ª edição do evento que comemora o centenário do município (22/8) e homenageia um dos principais pintores nacionais, Candido Portinari.

A programação conta com oficinas culturais na esplanada do museu, três exposições, sendo duas delas de artes plásticas, espetáculo de dança, pintura mural, concurso de vitrines, dois concursos culturais com tablets de prêmio, além da tradicional festa de culinária e música italianas, a 9ª Piazza Della Nonna, que acontece de 15 a 18 de agosto.

» Veja aqui a programação completa! 
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