quarta-feira, 16 de março de 2016

Periódico Permanente - Número 6, uma publicação do Fórum Permanente de Museus.



O PERIÓDICO PERMANENTE (ISSN 2318-4647) organiza e reorganiza editorialmente os diversos conteúdos arquivados na plataforma forumpermanente.org ao longo de seus mais de dez anos de existência. Com periodicidade trimestral, a publicação traz à luz textos, registros em vídeo e relatos críticos de eventos presenciais documentados no website sob diferentes amarrações curatoriais/editoriais. Nesta edição também são destaques traduções inéditas para o português de textos de autores essenciais no debate acerca da mediação cultural, tema central da Periódico Permanente #6.

A mediação não é só um termo em voga, embora também o seja. De fato, emprega-se o termo em situações as mais díspares, de forma cada vez mais disseminada. Nesse sentido, o campo da mediação alude à própria fragmentação sociocultural em que ela é convocada a intervir. Vivemos em meio a sociedades cada vez mais complexas, onde as bases para o diálogo são cada vez mais heterogêneas. Para se enfrentar a necessidade de "tradução" entre essas bases, é preciso outro tipo de mediação, não inteiramente novo, mas efetivamente comprometido com processos de transformação sociocultural, nos quais a pluralidade não se resuma à coexistência indiferente das diferenças, mas participe da construção de um comum dissensual, efetivamente político, radicalmente democrático. Eis o que o número 6 da Periódico Permanente pretende favorecer. Editado por Cayo Honorato e Diogo de Moraes, a PP#6 está dividida em cinco seções, sendo as quatro primeiras compostas de textos do arquivo do Fórum Permanente e traduções de textos inéditos em português, dentre eles: Museus como zonas de contato, de James Clifford, Públicos e contrapúblicos (versão abreviada), de Michael Warner, e uma entrevista com Paulo Freire, intitulada Educadores são políticos e artistas. Além disso, a quinta seção, intitulada Mediação documentária, reúne diferentes projetos, dentre os quais está o vídeo San Roque: una casa para todos, que acaba de ter sua circulação em Quito/Equador proibida, pela mesma municipalidade que o financiou.


Para  acessar está edição clique aqui.

(Fonte: Fórum Permanente de Museus)


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